Eclipse Lunar

Mitologia e Cultura

15 estudos aprofundados. Cada página explora seu tema em contexto histórico, apresenta diferenças entre tradição e explicação astronômica e reúne fontes para pesquisa.

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Eclipses lunares nas mitologias

Um panorama comparativo das principais formas pelas quais diferentes sociedades interpretaram eclipses lunares: seres que devoram a Lua, presságios políticos, doenças cósmicas, rituais de proteção, calendários e observação astronômica.

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O dragão celestial e os eclipses na tradição chinesa

A relação entre eclipses, a imagem do dragão que devora os luminares, rituais populares de ruído e a extraordinária tradição chinesa de registro, calendário e astronomia de corte.

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Rahu e Ketu nas tradições indianas

A evolução de Rahu e Ketu entre mito, religião, astrologia e astronomia: de Svarbhanu e o eclipse védico à narrativa do néctar da imortalidade e à identificação dos nodos lunares.

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Presságios de eclipse na Mesopotâmia

Como babilônios e assírios transformaram eclipses lunares em um sistema erudito de observação, presságios, proteção do rei e rituais — preservado em milhares de tabletes cuneiformes.

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Lua, eclipses e mitos gregos

Da deusa Selene às explicações geométricas de Anaxágoras, Aristóteles e astrônomos helenísticos: como mito, filosofia natural, ritual e ciência conviveram diante dos eclipses no mundo grego.

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Eclipses e o imaginário romano

Como os romanos leram eclipses entre prodígios, religião pública, propaganda, guerra e astronomia — do eclipse lunar antes de Pidna às explicações de Sulpício Galo, Plínio e Cláudio.

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O jaguar e a Lua em narrativas andinas

O jaguar ou grande felino que ataca a Lua é uma imagem associada a relatos sobre eclipses no mundo andino e inca. A página separa tradição, fontes coloniais, arqueoastronomia e simplificações modernas.

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Eclipses no mundo maia

Eclipses no mundo maia entre calendários, códices, tabelas lunares, janelas de perigo e ritual. O Dresden Codex preserva uma das evidências mais sofisticadas de cálculo de temporadas de eclipse nas Américas.

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Lobos celestes na mitologia nórdica

Sköll, Hati, Sól e Máni nas Eddas: o motivo dos lobos que perseguem Sol e Lua, sua relação com Ragnarök e o cuidado necessário ao afirmar que cada eclipse era explicado como uma mordida dos lobos.

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Cosmologias indígenas brasileiras e eclipses

Eclipses nas cosmologias indígenas brasileiras sem generalizações: registros tupi-guarani da Onça Celeste, relatos Apapocúva, rituais Kuikuro e a diversidade de povos, línguas e formas de conhecimento do céu.

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Eclipse lunar na arte e na literatura

Como eclipses se transformaram em linguagem artística: presságio, transformação, apocalipse, sublime, paisagem noturna, precisão astronômica e liberdade poética na pintura, literatura, fotografia e cultura visual.

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Lua de Sangue: nome popular e significado cultural

De metáfora antiga a rótulo midiático moderno: o que significa “Lua de Sangue”, por que a Lua fica vermelha, como o termo ganhou força e por que ele não é uma categoria astronômica separada.

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Profecias modernas e a Lua de Sangue

Por que eclipses continuam alimentando profecias no século XXI: a tetrade de 2014–2015, “Lua de Sangue”, viés de confirmação, calendários religiosos e o que a astronomia pode — e não pode — afirmar.

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Por que eclipses assustavam sociedades antigas?

Uma análise histórica e antropológica do medo dos eclipses: quebra da regularidade do céu, ameaça ao poder, ausência de previsão pública, memória coletiva, rituais e a diferença entre temor e ignorância.

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Como ensinar mitologia e ciência sem misturar explicações

Um guia pedagógico completo para ensinar eclipses unindo astronomia, história e mitologia sem confundir mecanismos físicos com crenças, nem reduzir culturas a curiosidades folclóricas.